27 de março de 2011

SIMPLICIDADE VOLUNTÁRIA (3): Desapego NÃO É Sinônimo de Desleixo

Em 2002, aconteceu uma cena entre meu gerente e uma amiga minha que nunca mais esqueci. Esta minha amiga tinha deixado de trabalhar no ambiente off-shore e começou a trabalhar em uma gerência de staff na sede da empresa.
Ela começou a trabalhar com o mesmo estilo que embarcava: calça jeans, camiseta de malha e tênis. Este gerente conversou com ela de uma forma muito diplomática (isso me marcou!!!) dizendo que onde ela trabalhava agora (com as principais gerências da empresa) não comportava aquele jeito de se vestir, pois ela tinha que passar algo formal nas relações de trabalho. Eu achei fantástico o comentário dele! Para um ambiente corporativo, tudo a ver!!
E quando se começa a pensar em vida simples, mais uma vez o que predomina é o estereótipo do desleixado, e isso não é verdadeiro. O cara jogadão com um jogging de malha e tênis, não é mesmo??
ERRADÍSSIMO!!! A simplicidade não tem nada com o desleixado.
A simplicidade é a compra de bom-gosto, com seu estilo sem os excessos. É comprar o que você realmente vai usar e o que vai te fazer sentir bem.
Nada de ser igual à ex-primeira dama das Filipinas, Imelda Marcos, que possui mais de 3.000 pares de sapatos, mas fazer da compra do necessário um momento de prazer e descontração.
E quando for comprar o necessário nada de fazer o que eu chamo de "economia burra". Quer ver um exemplo muito comum?
Você está precisando de um calçado novo. Tem aquele de melhor qualidade que é mais caro do que um parecido, que qualidade inferior e claro, preço bem mais atrativo. Aí você pensa: vou economizar alguns reais levando o de qualidade inferior. Depois disso? Haja esparadrapo nos dedos, calcanhar etc. Usa algumas vezes e acaba deixando de lado, porque no seu dia-a-dia o sapato machuca muito e haja bolha!!! Abra seu armário e veja quantos sapatos existem nesta situação. Vamos lá!! Doe-os!! Faça o mesmo com as  roupas. Encontre seu estilo. esqueça estes modismos de invadem nossas vidas a cada estação.
Eu tenho uma coisa que sou apaixonada - lenços e echarpes! Blusa simples, calça simples e um echarpe - me sinto poderosa!! Com eles vou a qualquer reunião, qualquer apresentação.
Agora, se voce acha o bem-vestir uma bobagem, algo que a simplicidade está associada à roupas surradas e jogadas, mostro uns exemplos do contrário:
Voce já viu Chico Xavier se expondo na mídia sem seu terno? E Divaldo Franco?
Até mesmo outros ícones da simplicidade, andam em andrajos? rasgados? mulambentos??? Queria o branco da roupa de Madre Teresa no uniforme de escola de Johann!
Então! Consegui te provar que simplicidade não é desleixo??? Espero que sim!

Até a próxima!

25 de março de 2011

SIMPLICIDADE VOLUNTÁRIA (2):Vida Simples NÃO é Vida de Pobreza ou Privações

O que é supérfluo?
O dicionário nos diz que supérfluo é: Que é demais; inútil por excesso; desnecessário. 
Só que em na nossa modernidade, onde a idéia coletiva se faz mais presente do que a individualidade, acabamos incorporando como "supérfluo" algo que já consta em uma lista pré-existente em sites de educação financeira ou auto-ajuda.
Há algum tempo eu analiso estes sites e o que vejo basicamente é cortar o que não estiver relacionado com moradia, saúde e alimentação: cinema, jantar fora, viagens, etc? Supérfluo!!!
E comecei a perceber que ao almejamos um futuro melhor - desta forma - recrudescemos ao mito do "bom selvagem", ou seja, vivemos para comer, morar e nos mantermos saudáveis fisicamente ... como os antigos...
Cortamos o cinema, os livros de leitura, o polenguinho, o danoninho. A lista é enorme!
E na realidade pensando em cortar o mal pela raiz, acabamos apenas utilizando paliativos, pois assim que sobra um dinheirinho, voltamos às compras.
E quando comecei a analisar esta questão, vi que por trás das análises das necessidades temos um caminho enorme para o auto-descobrimento.
Como assim?????
A primeira coisa a refletir é: compro o artigo A por fuga, por compulsão, ou por prazer?
Nos primeiros casos - fuga e compulsão, temos que avaliar o que tem por trás disso. 
Se compro por fuga, posso estar comendo ou praticando alucinadamente esportes pelo mesmo motivo - só mudo o objeto. E aí o importante é descobrir e tratar a causa. 
Se compro por compulsão, tudo que vejo ou que anuncia na televisão se torna necessário para mim. Da mesma forma da fuga, devo analisar as causas. Onde está este buraco dentro de mim que deixo evsvair minha real essência?
este exercício é obrigatório para sucesso da vida simples.

Agora, se compro ou possuo alguma coisa por prazer ou bem-estar? Quem poderá quantificar isso para mim?
Será que eu ficaria bem sem esta coisa ou ela é imprescindível para mim?
Existem muitas coisas no nosso dia-a-dia que aos olhos do mundo são supérfluas porque não são levadas em consideração nossa individualidade e o que nos faz bem.
E eu tenho dois exemplos muito claros disso,que fazem parte desta minha análise e mudança de paradigmas, e aqui divido com você.

Perto lá de casa, tem uma cafeteria que vende um café expresso com trufas de amêndoas que é dos deuses!!! E eu tinha o hábito de passar por lá e tomar este café. Me dava prazer os momentos em que eu sentava a olhar as nuvens e saboreava o café, mas quando fui analisar vi que não era imprescidível, e que eu viva muito bem sem ele, obrigado! Que legal! Para cada cafezinho deste eu passei a economizar R$7,00, que dava uma média de R$100,00 reais por mês. Legal!

Agora, em contrapartida, eu sou sócia de uma locadora de livros que pago mensalmente, a História e Estórias. Eu sou uma amante da literatura e AMO LER! E sabe o que me dá um prazer danado? Lá por volta das nove da noite, quando todos os afazeres de casa acabam, que estou sozinha, eu pego meu livro, meia taça de vinho tinto e fico na sala ou na varanda lendo. São momentos que eu descanso a mente, entro na história e relaxo.
Voce não tem noção, não tem como mensurar o prazer que isso me proporciona! A casa em silêncio, Johann no quarto, TV desligada, rua silenciosa. Tudo de bom!

Mas quando eu comecei a conversar com as pessoas sobre meios de economias em casa, a maioria das pessoas diziam para cancelar a locadora, que alugar livros é supérfluo. Para quem?
Tenho certeza que se eu suspendesse este prazer em nome da economia, eu iria me sentir tão triste, mas tão triste que poderia me afetar de alguma forma.
Ah... então corta o vinho! OK! Não é imprescindível. Tanto que quando não tem, um chá quentinho feito com a menta que colho da minha horta fica di-vi-no!

E aí começamos a entender a questão da simplicidade. Porque abrir mão do cafezinho foi tranquilo porque não me reportava a vivências tão positivas. Mas no livro, em cada momento que passo lendo me enleva os sentidos, me dá uma paz tão grande! E não é só a leitura! Embora tenha entrega em domicílio, tenho o prazer de ir na Locadora trocar meu livro. "Ah... que trabalho" - pensa voce!
Nada disso! Rola almoço com a dona, uma hora (no mínimo!!) de bom papo. Enfim! São várias coisas associadas.

E agora? Continua achando supérfluo?
Para outras pessoas pode ser a locadora de vídeo, a internet com infinitos mega, até mesmo o cafezinho que dispensei..
E na sua vida, o que te dizem que é supérfluo? E na sua vida, o que te faz feliz?

Até a próxima!

24 de março de 2011

SIMPLICIDADE VOLUNTÁRIA (1): O Começo

Foto: Andreia Soares

Quando eu publiquei o post contando com a nova cara do blog, eu disse que existiam mudanças pessoais por trás disso e que mais tarde eu contaria? Pois bem... desde aquele dia eu venho refletindo sobre uma série de coisas.
Buscando ... pesquisando... incorporando...



SIMPLICIDADE VOLUNTÁRIA

Eu não sei voce, mas há muito tempo que não tenho um aumento no trabalho. Isso quer dizer que, como a inflação não parou de existir, houve uma defasagem salarial neste últimos 7 anos.E a grande tônica da sociedade e dos especialistas em finanças domésticas é "cortar custos, cortar supérfluos".
E aí vem a grande questão: Você sabe o que é supérfluo???
O que é supérfluo para você é supérfluo para mim?
Será que o supérfluo que te traz bem-estar é tão supérfluo assim?
Afinal... o que é bem- estar???
Vou escrever alguns posts sobre este assunto, que tanto tem me feito refletir.
E para dar "água na boca", segue a base do meu raciocínio, que é um texto de Mahatma Gandhi:
"Enquanto uma pessoa encontrar ajuda interior e conforto em alguma coisa, deve conservá-la. Se desistir dela com uma disposição de auto-sacrifício ou por algum severo sentimento de dever, continuará a desejá-la, e esse desejo insatisfeito pode causar-lhe perturbação.
Só renuncie a algo quando quiser uma outra situação com tanta intensidade que esse algo não exerça mais atração sobre você."

Sabe quando voce abre mão de uma coisa que te faz bem porque a sociedade e os especialistas dizem que é supérfluo e esta situação te leva a uma tristeza muito grande???
É disso que estou falando!!! E vou te provar que cortar esta coisa é atacar a consequência, e não a causa...
Até a próxima!!

PS: Sabe esta foto linda com um livro aberto? Foi minha amiga Andreia (do meu trabalho) que tirou da minha mesa de trabalho hoje pela manhã. Tem horas que tiro o echarpe, o relógio, e a maçã nossa de cada dia..Olhe só!! Onde eu vi bagunça, ela viu poesia... ficou linda a foto não?? Pois é aí que passo meus dias. 

19 de março de 2011

ANDA, QUERO TE DIZER NENHUM SEGREDO...

Como eu postei ontem no Facebook, ontem aconteceu um problema aqui em casa com a água.
Depois da famosa Operação Asfalto Liso da prefeitura do RJ (sabe-se lá como foi feito), na rua atrás da minha casa estouraram quatro saídas de esgoto. E este vazamento deu origem a um "lençol freático" de esgoto.
A saída para resolver o problema rapidamente, foi utilizar na quinta-feira dois daqueles caminhões "suga esgoto" na rua de trás e na minha rua.
E o que aconteceu com o "paliativo"?? Pela pressão, acabou danificando a estrutura da minha cisterna, contaminando-a totalmente.
Claro que nem posso expressar aqui a extensão do transtorno que estou passando por estes dias, sem água potável em casa, com familia longe e uma série de ações a tomar.
Estou arrasada pelos 40 mil litros de água que vou desprezar pela contaminação, que é o volume da minha cisterna. Isso quer dizer o desperdício de cerca de um mês de água potável para QUATRO familias de 4 pessoas em um apartamento padrão.
E eu, que sou química ambiental, que tenho como bandeira de vida e valor pessoal a sustentabilidade, me pego deprimida por toda água que será jogada fora, simplesmente porque temos um governo (em todas as esferas) cujo tema - meio ambiente - é apenas para fazer colorido na campanha. Me diga, qual destes nossos representantes realmente se preocupam com os índices alarmantes de poluição hídrica, atmosférica? Será que nossos técnicos municipais percebem que embaixo do "asfalto liso" tem milhares de  quilômetros de redes de água, esgoto, gás e tudo mais?
Tudo bem, eu estou coletando todas as informações para poder entrar com uma ação na prefeitura para ressarcir meus danos econômicos, mas e a água jogada fora, desprezada? E os milhares de vazamentos que passamos pela rua e vemos que ficam dias, semanas, meses?
Que vai repor esta água? Nossa Mãe Gaia??? Acho que não...
E eu, de minha parte, continuo me achando péssima, não pelo transtorno, mas pelo desperdício de recursos não renováveis.

O que ocorrer com a terra,

recairá sobre os filhos da terra.
Há uma ligação em tudo." (Chefe Seattle)



Até a próxima!

15 de março de 2011

Johann: Uma Canção de Amor

Lembro que um belo dia eu acordei e contei um sonho para minha mãe.
Contei para ela que eu tinha sonhado que eu subia em um andar acima da creche do CELD e pegava um bebê muito lindo no berço e levava ele para casa.
Minha mãe disse que eu devia ter visto uma criança que me encantou no dia anterior e por isso eu sonhei com um bebe fofucho.
Esqueci a história, até que descobri que estava grávida.
A primeira coisa que fiz foi sair de onde trabalhava porque era em laboratório de orgânica, e poderia causar algum tipo de dano ao bebe.
O tempo passou, a barriga cresceu e quando fiz a ultra e deu para ver o sexo, o médico perguntou:
- "mãe, voce quer menino ou menina"? E aí eu respondi: "- todo mundo quer a Ingrid, mas eu tenho certeza que é o Johann que vejo em meus sonhos." 
Seu nome foi em homenagem a Johann Sebastian Bach, que tão divinamente escreveu a peça "A Paixão Segundo S"ao Mateus". Digna de anjos!!!
Dito e feito. Há 15 anos atrás, no dia 15/03/96, às 17:00hs (depois de 8 horas de trabalho de parto), Johann nasceu.
Por opção pessoal, parei de trabalhar para me dedicar ao Johann, e tive o maior dos prazeres da vida! 
Tudo o que aconteceu "da primeira vez" eu acompanhei. 
A primeira palavra, o primeiro passinho, a primeira vez de comer sozinho. A primeira gargalhada... Johann começou a engatinhar ao contrário, e sempre que a gente via, ele estava entalado nos sofás e camas. Era engraçado a carinha dele de "como assim?" , já que ele queria ir para frente e acabava indo para trás.
A gente chamava ele de filhote de mico-carvoeiro, porque ele ficava preto de tanto brincar. 
Teve um dia, ele pequenininho, que ele pediu para eu levá-lo ao médico, porque ele brincou tanto que não conseguia ficar em pé. Ele falou: "- Mamãe, me leva no médico, minhas perninhas não querem me obedecer mais."
Na fase do super-herói, ele passava o dia inteiro fantasiado, ia de Tarzan pro shopping, de Batman para a escola. E quando alguém vinha falar deste momento lúdico dele, eu respondia: "-acho que ficaria feio eu velha me fantasiar, não uma criança de 4 anos". E assim foram os power rangers,super-homens, Batmans, "omalanhas", enfim!
Foi tudo tão mágico que a falta (absoluta) de grana não era tão ruim. E eu havia prometido para mim mesma que só iria voltar a trabalhar quando ele já fosse mais independente. E quando ele tinha pouco mais de 4 aninhos, voltei ao mercado de trabalho.
Voltei a trabalhar e depois de pouco mais de seis meses, surgiu a oportunidade de um emprego melhor em Macaé. E então, coloquei Johann debaixo do braço e fomos eu, ele e a coragem para um lugar completamente novo, onde não conhecíamos ninguém e começamos uma nova vida.
Mas a vida é assim mesmo, sempre com novos desafios. Passamos por muitas dificuldades, mas a cada superação ficávamos cada vez mais unidos. 
Lembro que certa feita, eu distendi o pé em Macaé e fiquei de licença médica. Johann com 5 anos foi o melhor enfermeiro que alguém poderia ter, pois como éramos somente eu e ele em casa, ele teve que cuidar de mim até eu poder colocar o pé no chão.
Na realidade eu não lembro tão claramente das dificuldades, mas lembro cada momento de alegria que tivemos. 
Logo depois de dois anos, voltamos para o Rio de Janeiro, para um apartamento no mesmo prédio que minha mãe e de lá para cá, vivemos muitas coisas juntos.
Em todos os momentos da vida dele estive próximo, vigiando, informando, educando, prendendo, soltando as asas aos poucos... enfim e hoje tenho um filho maravilhoso, parceiro mesmo! 
E este rapazinho, que hoje completa 15 anos, é - sem sombra de dúvidas - a coisa mais importante, a maior jóia que Deus me confiou nesta reencarnação.

E para fechar este post, um depoimento que meu grande amor me fez um dia desses no orkut:
3 anos: mamãe te amo
11 anos: mãe não enche.
16 anos: minha mãe é tão irritante.
18 anos: eu quero sair de casa.
25 anos: mãe você tinha razão.
30 anos: eu quero voltar para a casa da minha mãe.
50 anos: eu não quero perder a minha mãe.
70 anos: eu abriria mão de tudo para ter a minha mãe de volta perto de mim.

Mãe : eu sei que agente briga as vezes , mas quero que saiba que EU TE AMO e nunca quero te perder :/

6 de março de 2011

AMARRE-SE: Lenços e Echarpes (2)

Neste segundo dia de Carnaval, fiz a melhor programação do mundo!
Filmes & Vinho...
E claro, vontade de escrever por aqui. E seguindo a seqüencia do "amarre-se", hoje é dia de dicas de lenços.
Como eu adoro uma estampa xadrez, eu gosto muito destes lenços chamados "palestinos", que são grandes e quadrados
O lenço de lado fica legal com uma camiseta básica, pois a idéia é fazer o lenço aparecer.
Uma variação deste modelo é o nó marinheiro, com o lenço na frente
 
Este lencinho com um broche fica o máximo!
 
Este nós mais simples também ficam ótimos!!

E claro, o toque final... se não dá para combinar na roupa...
Um charme não acha???
Até a próxima!

(fotos: internet)

5 de março de 2011

AMARRE-SE: Lenços e Echarpes (1)

Carnaval chuvoso... gripe braba e eu de molho em casa (tudo bem, não brinco mesmo!!). Escutando o barulho da chuva, me deixo levar pela chegada do outono, Afinal, são as águas de março fechando o verão!
Vou aproveitar este período do ano preferido e confessar uma coisa para você.
De todas as paixões que tenho, uma das que - com certeza - moram no meu Olimpo é minha paixão por colecionar lenços e echarpes. Coleciono-os há anos, não tem um lugar que eu passe que não compre um de lembrança. E não faço distinção, um Carolina Herrera tem o mesmo valor afetivo do que aquele que a gente compra em camelô da Uruguaiana. Paixão sem preconceitos.
Mesmo no verão, eu costumo amarrar no pescoço aqueles lencinhos leves e transparentes. Me dá segurança na composição do visual.
Então resolvi fazer este post em homenagem a lenços, echarpes e outonos.

AMARRE-SE! Echarpes
As echarpes de tecidos leves, como musselina e chiffon, não criam volume no pescoço. Arrume o nó de lado para que não pareça uma gravata. Esta é a forma que mais gosto de usar. Mais prática e fica um charme com uma camisetinha branca básica
O laço é a versão mais romântica. Feito de tecidos nobres, como seda e cetim, ele encara até festas informais e baladas. Fica mais chique sobre blusas, camisas e vestidos de decote fechado.
Por ser tecido com fios pesados, como lã ou algodão, o cachecol é a melhor opção nos dias frios, inclusive sob casacos. Para deixar o acabamento mais bonito, procure deixar as pontas assimétricas. As pashiminas podem ser utilizadas da mesma forma.
Pashiminas são echarpes mais largos, de cerca de 50 cm. A vantagem da pashimina é que em dias de meia estação, caso a temperatura diminua, ela aquece se colocada sobre o ombro. As minhas são de cores neutras, pois caso eu a use como um agasalho, o visual não fique muito "cheguei".
Eu também gosto muito deste modelo abaixo, que fica uma gracinha para aqueles echarpes menores. É só fazer como se fosse um gancho  e amarrar as pontas na nuca.
Este modelito também fica o máximo na cabeça!!
Existem outras formas de amarração. É usar a criatividade e deixar rolar o charme!
Esta amarração do modelo lilás fica muito lindo em echarpes bem fluidos e transparentes!
Bom , estas são apenas algumas dicas de como usar, mas se procurar na grande rede, terão milhares de outras sugestões!
No mais, quando quiser me dar um presente, já sabe como não errar!
Até a próxima!!

(Imagens: internet)


4 de março de 2011

VISUAL NOVO: Blog Mais Clean

O Mestre na arte da vida faz pouca distinção entre seu trabalho e seu lazer, entre sua educação e sua recreação. Ele deixa para os outros a decisão de saber se está trabalhando ou se divertindo. Acha que está sempre fazendo as duas coisas ao mesmo tempo. (Proverbio Zen)

Eita chuvinha gostosa ...
Anunciando a estação mais bonita do ano - o outono.
Embora o verão seja azul, a primavera colorida, o outono é dourado.
Acho lindo quando as folhas das árvores começam a senescer. E não fico triste não, porque sei que faz parte do milagre da vida. 
Chega o inverno para a planta ter seu momento de solidão e se recuperar para logo depois florescer, se perpetuar.
E estou nesta fase outonal, de echarpes e cachecóis maravilhosos e um momento clean.
Resolvi escolher um modelito mais sóbrio para o blog, menos poluição visual. Embora o outro formato fosse lindo, continha muitos elementos na página.
E estou assim também na vida. Me adaptando a uma vida mais frugal, mas clean, com algumas mudanças de paradigmas (depois conto!!)
Enfim!!!!
Espero que tenham gostado do novo visual. Eu adorei!!
Até a próxima!!